quinta-feira, janeiro 06, 2005

Intro

Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.
Álvaro de Campos, 15 de Janeiro de 1928

1 comentário:

António de Cerveira disse...

a tradução para inglês é de Fórizs László. esqueci-me de dizer (de hungaro não percebo nem "gaspacho" dito no orginal).

só para conhecimento vou deixar de escrever no "diálogo"